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Lana Del Rey - Bel Air

quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Em meio à fumaça a cantora Lana Del Rey lança o clipe sucessor de "Ride", a canção é "Bel Air" que também estará presente no relançamento do álbum da cantora, "Born to Die - Paradise Edition" que  já vazou e chegará  logo logo as lojas. A canção é bem calminha e o clipe não tem muito pra se dizer sobre ele (a não ser que parece uma sobra das cenas enfumaçadas de "Summertime Sadness"), então curte ai:


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Lana Del Rey - Ride

sexta-feira, 12 de outubro de 2012
E saiu um dos clipes mais esperados pelos fãs da cantora Lana Del Rey, é "Ride". Um curta de 10:09 minutos contando a historia de uma garota vivendo entre os motoqueiros, levando uma vida selvagem. Assim como "National Anthem", "Ride" possui um monólogo e é dirigido pelo mesmo diretor de "National Anthem", Anthony Mandler e conta com a participação da irmã da Lana, Chuck Grant. O curta-metragem foi exibido em um cinema na Califórnia aberto para os fãs. "Ride" faz parte da era "Born to Die - the Paradise Edition". Agora vamos para o que importa, vamos ver o clipe/curta-metragem. Mais abaixo vocês ficam com a tradução do monólogo. Assistam e curta:

- Monólogo 
“Eu estava no inverno da minha vida – e os homens que encontrei pelo caminho eram meu único verão. De noite eu dormia e tinha visões de mim mesma dançando, rindo e chorando com eles. Três anos consecutivos em uma infinita turnê mundial e minhas memórias deles foram as únicas coisas que me sustentaram, e meus únicos momentos felizes reais. Eu era uma cantora, não muito popular, que tinha o sonho de se tornar uma bela poetisa – mas uma série de eventos desafortunados destruiu esse sonho e o dividiu como um milhão de estrelas no céu noturno, para que eu fizesse pedidos a elas de novo e de novo – brilhantes e destruídas. Mas eu não me importei, porque sabia que ter tudo que você quer e depois perder isso tudo é saber o que a liberdade verdadeiramente é. Quando as pessoas que eu conhecia descobriram o que eu fazia, como eu vivia – elas me perguntaram porquê. Mas não faz sentindo falar com pessoas que tem um lar, elas não tem ideia de como é procurar segurança em outras pessoas, procurar um lar onde você possa descansar a cabeça. Sempre fui uma menina incomum, minha mãe me disse que eu tinha alma de camaleão. Nada de uma bússola moral apontando para o norte, nada de personalidade fixa. Apenas uma determinação interna que era tão grande e oscilante quanto o oceano. E se eu dissesse que não planejava as coisas desse jeito, estaria mentindo, porque eu nasci para ser a outra mulher. Eu não pertencia a ninguém – pertencia a todo mundo, não tinha nada – que queria tudo com o fogo de cada experiência e uma obsessão por liberdade que me assustava tanto a ponto de nem conseguir falar sobre isso – e me empurrou para um ponto nômade de loucura que tanto me deslumbrava quanto me deixava tonta. Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu – e finalmente achei – na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais – exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte. Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. E se divirta. Eu acredito no que a América costumava ser. Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre – acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí. Quem é“Eu estava no inverno da minha vida – e os homens que encontrei pelo caminho eram meu único verão. De noite eu dormia e tinha visões de mim mesma dançando, rindo e chorando com eles. Três anos consecutivos em uma infinita turnê mundial e minhas memórias deles foram as únicas coisas que me sustentaram, e meus únicos momentos felizes reais. Eu era uma cantora, não muito popular, que tinha o sonho de se tornar uma bela poetisa – mas uma série de eventos desafortunados destruiu esse sonho e o dividiu como um milhão de estrelas no céu noturno, para que eu fizesse pedidos a elas de novo e de novo – brilhantes e destruídas. Mas eu não me importei, porque sabia que ter tudo que você quer e depois perder isso tudo é saber o que a liberdade verdadeiramente é. Quando as pessoas que eu conhecia descobriram o que eu fazia, como eu vivia – elas me perguntaram porquê. Mas não faz sentindo falar com pessoas que tem um lar, elas não tem ideia de como é procurar segurança em outras pessoas, procurar um lar onde você possa descansar a cabeça. Sempre fui uma menina incomum, minha mãe me disse que eu tinha alma de camaleão. Nada de uma bússola moral apontando para o norte, nada de personalidade fixa. Apenas uma determinação interna que era tão grande e oscilante quanto o oceano. E se eu dissesse que não planejava as coisas desse jeito, estaria mentindo, porque eu nasci para ser a outra mulher. Eu não pertencia a ninguém – pertencia a todo mundo, não tinha nada – que queria tudo com o fogo de cada experiência e uma obsessão por liberdade que me assustava tanto a ponto de nem conseguir falar sobre isso – e me empurrou para um ponto nômade de loucura que tanto me deslumbrava quanto me deixava tonta. Toda noite eu costumava rezar para achar pessoas como eu – e finalmente achei – na estrada. Não tínhamos nada a perder, nada a ganhar, nada que desejássemos mais – exceto transformar nossas vidas em uma obra de arte. Viva rápido. Morra jovem. Seja selvagem. E se divirta. Eu acredito no que a América costumava ser. Eu acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da estrada. E meu lema é o mesmo de sempre – acredito na gentileza dos estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma, eu ando por aí. Só ando por aí. Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experienciá-las? Eu criei. Eu sou louca pra cacete. Mas eu sou livre.” você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais escuras? Você criou uma vida para você mesmo na qual é feliz para experienciá-las? Eu criei. Eu sou louca pra cacete. Mas eu sou livre.”

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Lana Del Rey - Summertime Sadness

sexta-feira, 20 de julho de 2012
E saiu nessa madrugada, dia 20, o clipe para a musica "Sumertime Sadness", canção presente no álbum de estréia da cantora "Born to Die". A canção, que é single na Alemanha tem o já frequente clima de morte dos clipes da Lana e uma fotografia incrível. A canção já é Trending Topics no Twitter.Vamos curtir mais um belo clipe da diva dos hipster? Assistam:




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Lana Del Rey - National Anthem

quarta-feira, 27 de junho de 2012
 A cantora Lana Del Rey acaba de lançar seu mais novo clipe! "National Anthem" é o 4º single do CD "Born to Die", mas já é velha conhecida pelo público, antes mesmo do debut album ser lançado. 
Ontem (23/06), a cantora divulgou um trailer de 4 minutos do clipe, que tem a direção de Anthony Mandler. No vídeo, Lana interpreta Jakie O. (Jacqueline Onassis), mulher do presidente Jhon F. Kennedy, vivido pelo rapper A$A0 Rocky. Além disso, temos a participação de Chuck Grant, irmã da Lana. 
No primeiro minuto do vídeo, em preto e branco, Lana aparece cantando "Happy Birthday to you", fazendo menção a nossa diva, Marilyn Monroe. Depois, o vídeo toma cor e mostra imagens da então Jakie O., Kennedy e seus filhos, tudo situado no clima dos anos 60, finalizando com uma cena inspirada na morte do presidente.


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Blue Jeans - Lana Del Rey

segunda-feira, 19 de março de 2012
E nessa madrugada (18) vazou o novo clipe da cantora Lana Del Rey, “Blue Jeans”. Com um visual retrô que a destacou no cenário pop mundial, o clipe tem essa atmosfera vintage dos anos 50 e encaixa direito na voz da cantora.

 
No clipe ela pega o mesmo cara tatuado do clipe de “Born to Die” e numa atmosfera hipster e em um clipe todo em P&B somos levados por ela em 04:15 até ela morrer no final. Percebemos que ela gosta desse tema né?
Vamos ficar com o que interessa e ver a Lana linda e “Blue Jeans”.


I will love you till the end of time I would wait a milion years ♪

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[DICA DO DIA] Lana Del Rey

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Depois não digam que eu não avisei, essa mulher promete. Eu já tinha visto alguma coisa dela por aí na internet, mas quando me recomendaram a música "Video Games" e disseram que a letra tinha a ver comigo, passei a prestar mais atenção haha

Lana Del Rey é o pseudônimo da novaiorquina Elizabeth Grant, de 25 anos. O Lana do nome artístico é por causa da atriz Lana Turner e Del Rey vem do sedan de luxo da ford.

Com uma voz marcante e abusando da sensualidade, seu estilo tem um pouco de vintage, misturando o indie e o pop. A cantora ficou muito conhecida pelos seus clipes cheios de adornos e temas nostálgicos, ganhando destaque entre os mais alternativos.


Prestes a lançar seu álbum de estreia pela Interscope, o "Born to Die" (previsto para dia 31 de janeiro) ela é considerada uma das melhores promessas pra 2012. Com o single "Video Games", lançado em outubro de 2010, ela alcançou visibilidade. Séries como Gossip Girl, Ringer e The Only Way Is Essex incluiram a canção em sua trilha sonora.

Seu próximo single, "Born to die" é bem recente, seu clipe foi postado há 3 semanas no canal da Lana Del Rey no Youtube.

Gostou? Pode acompanhar as novidades da cantora no seu site oficial e nas redes sociais:


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